por Filhas da PUC - 03/09/09
Dono de energia e alegria contagiantes, Buchecha conta sua tragetória ao Filhas da PUC. Em entrevista exclusiva, o MC fala sobre fãs, ídolos e a vida "Buchecha sem Claudinho".
Dono de energia e alegria contagiantes, Buchecha conta sua tragetória ao Filhas da PUC. Em entrevista exclusiva, o MC fala sobre fãs, ídolos e a vida "Buchecha sem Claudinho".

CONFIRA NOSSA ENTREVISTA:
Grande amante do samba, Claucirlei Jovêncio de Souza tinha o apelido de Martinho da Vila na infância. Logo cedo, viu-se obrigado a largar a escola para ajudar a mãe e mais sete irmãos mais novos. Buchecha chegou a vender bala-de-goma nas sinaleiras e carregou cimento nas costas como servente de obras na tentativa de ajudar sua família. Já na adolescência, arrumou um emprego de
office boy. Foi aos 17 anos quando seu amigo Claudinho o convenceu a participar de um concurso de música do Clube Mauá. Filho de compositor de samba, representou a comunidade do Salgueiro e, com a canção “Bandeira Branca”, Buchecha, juntamente com Claudinho foi o vencedor do evento.
A dupla virou sucesso e, em 1996, venderam 250 milhões de cópias do seu primeiro CD. A fama não só se extendeu ao longo do território brasileiro, mas também chegou a Portugal, Japão, Argentina e Estados Unidos em inúmeras apresentações.
No auge da carreira, já com 6 álbuns gravados, uma fatalidade separou a dupla. Em um acidente de carro, Claudinho perde sua vida e Buchecha perde seu maior companheiro. A superação foi dolorosa, mas por incentivo da família de Claudinho e de seus amigos próximos, Buchecha passou a levar o amigo no peito como um amuleto. “A perda do Claudinho foi o momento mais difícil da minha vida. Pensei que não seria capaz de dar sequência ao meu trabalho, senti uma vontade muito grande de parar. Eu não só perdi um companheiro de trabalho, eu perdi um irmão”.
Mas o show precisava continuar. Quem acreditou nisso não foi Buchecha, e sim diversos ícones da música brasileira, quando Kid Abelha e Adriana Calcanhoto regravaram hits da dupla. Ao lado de Ivete Sangalo, Buchecha dividiu o palco para uma gravação ao vivo no Maracanã. Ainda no seu último álbum, “Buchecha Acústico”, contou com a participação de Latino, Mc Sabrina, Mc Marcinho e Lulu Santos, seu maior ídolo.
Buchecha refez sua vida. Com 3,5 milhões de CDS vendidos ao longo de sua carreira talvez seja pouco para contar sua história. História triste e sofrida, cheia de altos e baixos. Mas a história de um jovem que nunca deixou de ter a certeza na hora de cantar que seu seu sonho não terminaria.
Curiosidades:
De onde veio a famosa coreografia da música Só Love?
“Surgiu do seriado Família Dinossauro. O Dino, personagem principal, fazia uns movimentos meio estranhos, mas a gente começou a brincar com a dança e acabou ficando na coreografia”.
Qual foi a maior loucura que uma fã já fez?
“Eu lembro mais da época da dupla. A gente chegou num hotel no Nordeste e, quando abrimos a porta do quarto, tinham duas fãs dizendo que “queriam tirar uma foto”. Elas eram adolescentes e conheciam uma moça que era camareira do hotel e ajudou elas a entrarem lá”.
Você faz algum ritual antes de suas apresentações?
“Sempre que eu faço show, eu procuro fazer uma oração. No dia do show com a Ivete no Maracanã, foi a única vez que eu não rezei. Logo na minha vez de entrar no palco, na hora do encerramento do DVD, faltou luz. Pensei: meu Deus, não acredito! Mas, depois de 40 minutos, a gente fez uma corrente, demos as mãos e a energia voltou. Há males que vêm para o bem”.
Influências musicais:
“Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Alcione, Tim Maia. Mas o cara que eu mais gosto no mundo inteiro é o Lulu Santos. Pra mim, Lulu Santos e Michael Jackson são os tops!”.
office boy. Foi aos 17 anos quando seu amigo Claudinho o convenceu a participar de um concurso de música do Clube Mauá. Filho de compositor de samba, representou a comunidade do Salgueiro e, com a canção “Bandeira Branca”, Buchecha, juntamente com Claudinho foi o vencedor do evento. A dupla virou sucesso e, em 1996, venderam 250 milhões de cópias do seu primeiro CD. A fama não só se extendeu ao longo do território brasileiro, mas também chegou a Portugal, Japão, Argentina e Estados Unidos em inúmeras apresentações.
No auge da carreira, já com 6 álbuns gravados, uma fatalidade separou a dupla. Em um acidente de carro, Claudinho perde sua vida e Buchecha perde seu maior companheiro. A superação foi dolorosa, mas por incentivo da família de Claudinho e de seus amigos próximos, Buchecha passou a levar o amigo no peito como um amuleto. “A perda do Claudinho foi o momento mais difícil da minha vida. Pensei que não seria capaz de dar sequência ao meu trabalho, senti uma vontade muito grande de parar. Eu não só perdi um companheiro de trabalho, eu perdi um irmão”.
Mas o show precisava continuar. Quem acreditou nisso não foi Buchecha, e sim diversos ícones da música brasileira, quando Kid Abelha e Adriana Calcanhoto regravaram hits da dupla. Ao lado de Ivete Sangalo, Buchecha dividiu o palco para uma gravação ao vivo no Maracanã. Ainda no seu último álbum, “Buchecha Acústico”, contou com a participação de Latino, Mc Sabrina, Mc Marcinho e Lulu Santos, seu maior ídolo.
Buchecha refez sua vida. Com 3,5 milhões de CDS vendidos ao longo de sua carreira talvez seja pouco para contar sua história. História triste e sofrida, cheia de altos e baixos. Mas a história de um jovem que nunca deixou de ter a certeza na hora de cantar que seu seu sonho não terminaria.
Curiosidades:
De onde veio a famosa coreografia da música Só Love?
“Surgiu do seriado Família Dinossauro. O Dino, personagem principal, fazia uns movimentos meio estranhos, mas a gente começou a brincar com a dança e acabou ficando na coreografia”.
Qual foi a maior loucura que uma fã já fez?
“Eu lembro mais da época da dupla. A gente chegou num hotel no Nordeste e, quando abrimos a porta do quarto, tinham duas fãs dizendo que “queriam tirar uma foto”. Elas eram adolescentes e conheciam uma moça que era camareira do hotel e ajudou elas a entrarem lá”.
Você faz algum ritual antes de suas apresentações?
“Sempre que eu faço show, eu procuro fazer uma oração. No dia do show com a Ivete no Maracanã, foi a única vez que eu não rezei. Logo na minha vez de entrar no palco, na hora do encerramento do DVD, faltou luz. Pensei: meu Deus, não acredito! Mas, depois de 40 minutos, a gente fez uma corrente, demos as mãos e a energia voltou. Há males que vêm para o bem”.
Influências musicais:
“Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Alcione, Tim Maia. Mas o cara que eu mais gosto no mundo inteiro é o Lulu Santos. Pra mim, Lulu Santos e Michael Jackson são os tops!”.
Confira a mensagem que Buchecha deixou ao Filhas da PUC:






6 Responses to "Buchecha: O Sonho que Não Terminou"
Muito legal! Parabens mesmo mesmo mesmo! \o/
Uma siiimpatia esse buchecha, não? :D linda a história da vida dele também, segurou umas barras e depois da morte do amigo seguiu cantando. Admiro o trabalho dele
Eu amava a dupla. Depois da morte do Claudinho me desliguei. Não acreditava que o cara tivesse morrido. Sabe que qdo te contam e tu diz: "ah tá, piada né?"
parabéns pela entrevista, gurias!
beijos
só digo uma coisa: SÓ LOVE SÓ LOVE
Opa!
Muito bacana a entrevista!
PARABÉNSSSSSSSSSSSSSS
Sabe thurururu... rsrsrsrs
Putz escrevi muito ruim...
Beijussss e parabéns pelo blog!
http://publicidadesportiva.blogspot.com
Opa!
Muito bacana a entrevista!
PARABÉNSSSSSSSSSSSSSS
Sabe thurururu... rsrsrsrs
Putz escrevi muito ruim...
Beijussss e parabéns pelo blog!
http://publicidadesportiva.blogspot.com
Postar um comentário